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O que é uma Seringa autodescartável

Seringa autodescartável

As seringas autodescartáveis são os instrumentos recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Elas também são conhecidas como seringas AD. Atualmente, diversas seringas autodescartáveis foram criadas de acordo com especificações de desempenho padrão. Além disso, a agulha de injeção não deve ser usada mais de uma vez. Os cilindros são transparentes, garantindo medições rápidas.

Tipos de seringas autodescartáveis

As seringas autodescartáveis possuem muitas variações, vamos mergulhar nelas abaixo:

Seringa Autodescartável com Clip ou Flanges

As seringas autodescartáveis só podem ser usadas uma vez devido a mecanismos internos que impedem a reutilização. Clips e flanges são partes importantes dessa seringa pois atuam nesse mecânismo. Uma vez que o êmbolo chega ao ponto em que representa risco de segurança para os profissionais, ele não pode ser puxado, impedindo a reutilização. Eventualmente, ele se quebrará se o usuário tentar usá-lo pela segunda vez.

Seringa autodescartável
Seringa autodescartável

Seringa de Êmbolo Quebrável com Recursos de Prevenção de Reutilização (Seringa RUP)

RUP é uma sigla em inglês que significa “Reuse Prevention”, ou seja Prevenção de Reutilização. Como indica o nome, o objetivo é garantir que a agulha não seja usada mais de uma vez. Essas seringas, ao contrário das seringas autodescartáveis, possuem dosagem variável. As seringas RUP possuem certas estruturas que representam pontos fracos dentro delas. Esses pontos podem levar à quebra do dispositivo se o usuário, deliberadamente ou

Seringas SIP (Proteção contra Ferimentos com Objetos Cortantes)

SIP é a sigla em inglês que representa “Sharp Injury Protection”, ou seja, Proteção contra Ferimentos com Objetos Cortantes. Como indica o nome, o objetivo é garantir que os profissionais da assistência não sofram perfurações acidentais. Esse modelo de seringa contém um mecanismo para cobrir a agulha após a conclusão do procedimento. Uma vez acionando, não é mais possível retirar a proteção da agulha, tornando a seringa inutilizável. Além da proteção dos profissionais da assistência, esse mecanismo protege também aqueles que lidam com produtos após o descarte. Além disso, essas seringas também possuem êmbolos quebráveis em sua estrutura.

Seringa SIP

Seringa Retrátil Manual

As seringas retráteis manuais asseguram a retirada da agulha para dentro do cilindro da seringa. A medida de segurança é puxar o êmbolo constantemente até que a agulha seja retraída para dentro do cilindro, prevenindo acidentes de natureza perfurocortante. Além disso, a agulha não pode ser reutilizada, minimizando assim o risco de infecções ou poluição.

Seringas Retráteis Automáticas

Assim como a versão manual, a seringa retrátil automática impede que você sofra um acidente durante seu manuseio. A diferença entre ambas é um dispositivo de suporte, como uma mola. Eventualmente, ele puxará a agulha na direção do êmbolo até que este se encontre no fundo do cilindro. A agulha então é retraída, o que garante eficiência no procedimento e minimiza o risco de uma segunda lesão. Esta seringa é fácil de usar e pode ser ventilada em poucas horas após a conclusão do procedimento.

Prós e Contras das Seringas AD

As seringas autodescartáveis são formidáveis quando se trata de imunização e vacinação. No entanto, são vistas com opiniões contrastantes. Nesta seção, examinamos as vantagens e desvantagens das seringas autodescartáveis.

Vantagens

  • Fáceis de usar e não requerem muito treinamento antes do uso.
  • Você não precisa se preocupar com sua integridade física, pois minimizam o risco de infecções. A seringa protege profissionais e pacientes da transmissão de patógenos sanguíneos, como o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
  • Garante o menor risco de reutilização.
  • A seringa é não tóxica e não interfere no procedimento.
  • O design da agulha fixa garante a remoção do espaço morto dentro da seringa, o que desperdiça a vacina. Além disso, não permite que as bolhas entrem na seringa devido ao encaixe inadequado da agulha.
  • Não é necessário ajuste para retirar os êmbolo.
  • A seringa autodescartável é pré-esterilizada. Você não precisa carregar certos equipamentos, como uma autoclave, para o local da sessão. Portanto, ela funciona como um dispositivo portátil.

Desvantagens

  • O custo da seringa AD é maior do que o da seringa descartável comum.
  • Apesar de ser mais difícil, sempre há a possibilidade da reutilização dessa seringa.
  • Sempre existe o risco de lesões por agulha, que podem prejudicar o profissional ou paciente
  • Os resíduos restantes após o procedimento devem ser descartados imediatamente.

Uso de Seringas AD

Os dois tamanhos de seringas autodescartáveis (0,1ml e 0,5ml) garantem a imunização. Além disso, há um extra de 5ml de vacina descartável associada à Vacina contra Sarampo. Cada frasco será considerado por uma única agulha e uma seringa descartável.

As seringas AD utilizadas para imunização terão uma agulha fixa e são fornecidas totalmente pré-esterilizadas.

As seringas autodescartáveis tornaram-se mais relevantes na América do Norte, América do Sul, Austrália e África. Conforme as demandas da OMS, essa seringa foi criada para garantir a aplicação de injeções e imunização de forma eficaz.

Profissionais da saúde em todos os continentes estão trabalhando arduamente para facilitar o acesso à seringa autodescartável, sendo o maior fator para garantir isso é o custo, uma vez que estas seringas tem um valor aproximadamente 50% maior em comparação com outras seringas. No entanto, esses preços logo cairão quando o uso das seringas autodescartáveis se normalizar e haverão atualizações para profissionais da saúde sobre seu uso. Todos os designs das seringas AD garantem a prevenção da sua revenda ou reutilização. Além disso, promove a sanitização e a higiene para garantir resultados positivos com essa seringa.

Conclusão

Hoje, a imunização é extremamente importante e uma das maneiras de garanti-la é com as seringas autodescartáveis. Os profissionais da saúde estabeleceram a importância dessas seringas, hoje consideradas fundamentais no contexto da assistência. Resta ver como a organização OMS evoluirá o uso das seringas autodescartáveis no futuro.

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